sábado, 7 de maio de 2011

Nostalgia
me sufocando aos poucos.
Solidão,
faz-me consumir de tristeza.
Um oceano de contrariedade me afoga.
A correnteza do mar me arrasta
para a imensidade da minha vidinha cotidiana.
Lixo!

Logo à esquina,
oque parecia impossível
me surpreende.
Na madrugada alva,
uma beleza esmagadora
varia minha existência.
E no mesmo instante um regozijo povoa meu coração.

Deus! 
Como daria metade da minha vida a tal ser gracioso...
Belo, garboso!
Sua imagem imaculada
salva-me do fardo...
Agora, a minha dor é não poder dar o respirar
às belas formas suaves 
de mármore...

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